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Alcançando a Nova Canaã

ALCANÇANDO A NOVA CANAÃ

 

 

INTRODUÇÃO

O povo de Deus depois de ser livres da escravidão do Egito de forma miraculosa (vale lembrar as pragas do Egito, a grande travessia do Mar Vermelho) deveriam seguir uma rota: onde passariam pelo deserto e então chegariam a Terra prometida, que segundo a Bíblia seria uma Terra que manaria leite e mel.

 

Incrível como nós temos essa mesma rota a seguir:

Saímos da escravidão do Egito – a nossa vida já estava sem sentido, já éramos escravos dos nossos pecados, quando o nosso clamor chegou aos ouvidos de Deus e então Ele nos mandou um Moises. (aquele que um dia nos apresentou a Cristo)

Estamos atravessando o deserto: dificuldades, tribulações, adversidades. Nesse deserto encontramos três inimigos ferozes: a carne, o diabo e o mundo.

Temos um destino – a Nova Canaã, os céus de glória.

 

TEXTO: NÚMEROS 14:1-38

Durante a peregrinação no deserto viu-se muitos milagres de Deus: águas amargas transformaram-se em águas doces, houve provisão de alimentos, suas roupas não envelheceram, Deus era com eles de dia por meio da nuvem de gloria e a noite por meio da coluna de fogo. Mas eles eram um povo difícil, reclamavam de tudo e sempre estavam desafiando a Deus. Quando já estavam diante da conquista da Terra, houve uma sentença de Deus para com eles: todos os maiores de 20 anos, salvo Josué e Calebe, morreriam no deserto, antes de chegarem a Canaã.

E quanto a nós o que tem se levantado a fim de nos fazer ficar no deserto?

 

1- Visão errada da promessa, o que gera falta de fé, descrença em Deus e em seus propósitos (Números 13:27-33) Deus havia prometido a Terra, então Ele daria, mas o povo achou melhor acreditar nos espias, naquilo que era claro aos seus olhos. No primeiro momento disseram que a terra realmente era frutífera, tinha um povo forte e a cidade era fortificada, mas depois exageraram: povo era mais forte que eles, todos os que eles viram era de grande estatura, a terra devorava os que nela habitava, seus habitantes definhavam, e o que essa terra produzia não dava pra alimentar nem seus moradores. Isso foi falta de fé naquilo que Deus havia prometido. Todo pecado de incredulidade, torna-se pecado de rebeldia contra Deus.

 

2-Murmuração (14:2) – significa lamuria, rumor infundado, maledicência. O relatório dos espias desanimou o povo. Agora murmuravam de novo contra Moises, Arão e contra o próprio Deus. Toda murmuração tem por trás o desejo de morte no Egito ou no deserto.

 

3-Querer voltar para o Egito (14:3,4) – Na época do bezerro de ouro eles voltaram em ações para o Egito, mas agora queriam um líder que os fizesse retornar a escravidão. O desejo de voltar para o Egito hoje é querer voltar para o mundo, para as práticas antigas e, para o pecado. Egito é sinônimo de distanciamento de Deus, logo é um lugar de escravidão e da opressão do inimigo.

4-Apedrejamento por parte dos outros – 14:10- por acreditarmos em Deus e querermos andar com Ele, por querermos uma vida irrepreensível, por querermos ganhar uma multidão, desempenharmos nosso chamado, por fazermos a diferença onde tudo é normal, por querermos entrar nos céu… geram-se contra nós disse me disse, falsidades, apunhaladas. Mas uma coisa é certa “aquele que começou a boa-obra em nossas vidas é fiel para cumprir o chamado.

 

Como reverter o quadro:

1-Entender a visão correta e o propósito para o qual estamos lutando –( 14:6,7) – o nosso alvo é a nova Canaã.  Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.( Filipenses 3:13-16)

2-Ter fé – é aceitar tudo o que Ele diz como verdade plena, e agir de acordo com isso.

3-Permitir que o Senhor se agrade de nós –amando-o de todo coração, andando em seus caminhos, tendo uma vida de santidade.

4-Nos arrependendo de todo pecado e abandonando daquilo que tem nos feito distantes de Deus

 

CONCLUSÃO

Hebreus 4:11 Esforcemo-nos, pois, por entrar naquele descanso, a fim de que ninguém caia, segundo o mesmo exemplo de desobediência.